COMBOS DE JAZZ
AURÉLIEN VIEIRA LINO

Nasceu em 1980 em Paris. Iniciou o Curso Básico de Piano no Conservatório de Caldas da Rainha que concluiu em 1998 e em 1999 integrou a Bigband do Município da Nazaré.Frequentou durante três anos o curso de Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa antes de ingressar, em 2001, no curso de Jazz-Piano na Escola Superior de Música e Artes de Espectáculo (ESMAE) do Porto, onde se licenciou em 2005. Teve a oportunidade de estudar com Carlos Azevedo, Mário Laginha, Pedro Guedes, e Rodrigo Gonçalves. Fez parte do sexteto ESMAE do qual se destaca a participação no Galp Jazz realizado no Centro Cultural de Belém e a Festa do Jazz no São Luís.Frequentou worshops e masterclasses com Aaron Goldberg, Antoine Hervé, Bernardo Sassetti, João Paulo Esteves da Silva, Maria Schneider.Integra várias formações de Jazz (quarteto Aurélien Lino, quinteto Audible Architecture, Jazz com Alma) e outros géneros musicais com as quais participou em vários festivais nacionais e internacionais (Festival de Portalegre, Aljustrel, Pontevedra, Tordesilhas, Valado dos Frades, Évora, Guimarães, Matosinhos, etc). Criou o septeto K7 com composições originais que se estreou na edição 2007 do Mus&Caldas.Foi professor de piano em 2006/2007 na Escola de Jazz de Torres Vedras. Neste mesmo ano orientou pelo país workshops de Bigband como professor assistente, sendo um deles integrado no festival (In)Jazz.Em 2007/2008 dedicou-se ao estudo do piano e composição em Paris com o pianista e compositor Antoine Hervé.Desde 2005 é pianista acompanhador do Coro Infantil de Caldas da Rainha e professor no Conservatório de Caldas da Rainha das classes de piano jazz, piano iniciação, formação musical e classe de conjunto.


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HARMONIA JAZZ & IMPROVISAÇÃO
NUNO FERREIRA

Inicia os estudos musicais aos oito anos, com aulas de piano e posteriormente de guitarra. Frequenta o curso da escola de jazz do Hot Clube de Portugal, o qual conclui em 1994. Enquanto finalista deste curso é convidado para participar no encontro anual da International Association of Schools of Jazz em Nova Iorque, onde actua no conceituado JVC Jazz Festival.Entre 1995 e 1998 lidera um quinteto, com repertório original, que actua nos festivais de Jazz de Évora, Marinha Grande, Loures, Loulé, Matosinhos, Palência (Espanha), “Jazz em Agosto” (Fundação Gulbenkian), “Non-Stop Jazz” (Lisboa), Expo 98, Teatro S. Luiz e inúmeros clubes de jazz. Este grupo marca o início da sua colaboração com dois dos mais talentosos jovens músicos de Espanha - o saxofonista Jesus Santandreu e o pianista Albert Sanz.Actua frequentemente em Portugal, Espanha e nos Estados Unidos com diferentes grupos, destacando-se colaborações com Bernardo Moreira, Marcello di Leonardo, Paul Gill, Nelson Cascais, Carlos Barretto, Albert Sanz, Jesus Santandreu, Afonso Pais, Abe Rabade, Jesse Chandler, Bill Campbell, John Ellis, David Binney, Carlos Martins, Javier Vercher, L.B.R.K., Perico Sambeat e Marc Miralta, entre muitos outros.Participa nos programas televisivos “Ouvir e Falar” de António Victorino D'Almeida, “Fórum musical” e “Jazz em branco e preto” de José Duarte.Em 1996 é convidado para leccionar classes de harmonia, análise, combo e guitarra na escola de Jazz do HCP. É responsável pela coordenação do workshop Loures Jazz, '96 e no ano seguinte representa o Hot Clube, na qualidade de professor, no encontro anual da IASJ em Sienna (Itália).Em 1998 muda-se para Nova Iorque, onde é bolseiro da “New School Jazz and Contemporary Music Program”, completando a sua licenciatura em Maio de 2000. Aí estuda com Peter Bernstein, Kurt Rosenwinkel, Vic Juris, Garry Dial, Phil Markowitz, Gerard D'Angelo, George Garzone, Cecil Bridgewater e Reggie Workman.Em Maio de 2000, ainda em Nova Iorque, grava o seu primeiro disco para a editora “Fresh Sound - New Talent”, editado internacionalmente em Outubro de 2001. Realiza duas tournées com este grupo, destacando-se as actuações no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Festival de Jazz do Seixal e Auditório de Serralves (Porto 2001).Em 2001, funda o sexteto “Companhia dos Sons” com o qual grava o CD “Spin”.Em 2003 lecciona no prestigiado seminário internacional de Jazz de Valência (Espanha). No ano seguinte participa como músico na visita de estado do presidente Jorge Sampaio à Noruega e colabora como músico e compositor na peça multimédia “Oir” de Rui Horta, encomendada pela presidência da República para as comemorações do 5 de Outubro.Participa no “Ensemble Festa do Jazz” no S.Luiz entre 2003 e 2007.Em 2004 recebe uma encomenda de uma obra original para o Festival Internacional de Jazz do Porto, que regista no CD “À Espera do Verão”, lançado no ano seguinte.Paralelamente à sua actividade como músico lecciona guitarra, improvisação e ensemble na licenciatura em Jazz da E.S.M.A.E. no Porto.


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MÚSICA DE CÂMARA
RAFAEL BONAVITA

No panorama da música antiga, Rafael Bonavita é reconhecido internacionalmente como um dos valores mais sólidos e versáteis no âmbito dos instrumentos de corda dedilhada.Formado em países tão diversos como Uruguai (de onde é oriundo), Canadá ou Suiça, o interesse por assimilar e integrar diversos estilos e tendências tem sido um dos aspectos mais significativos da sua carreira. Intérprete rigoroso no que respeita à filologia histórica, Bonavita é, no entanto, um explorador de novas tendências de expressão, um heterodoxo e ao mesmo tempo um fiel tradutor das possibilidades dos instrumentos de cordas mais antigos.Iniciou-se na guitarra clássica sob a orientação do mestre Álvaro Pierri, interessando-se mais tarde pelos instrumentos antigos. Estudou com Hopkinson Smith na Schola Cantorum Basilenses, onde obteve o diploma de solista em alaúde renascentista e barroco, tiorba, vihuela e guitarra barroca.Desenvolve uma intensa actividade concertística e pedagógica na Europa, Ásia e América, colaborando assiduamente com maestros como Jordi Savall, Marc Minkowski ou Gabriel Garrido, sendo igualmente membro permanente do conjunto japonês “Anthonello”.Sempre com o objectivo de complementar e enriquecer a sua actividade principal, Bonavita aproxima-se com frequência de repertórios limítrofes, como a música medieval, a contemporânea ou com multimédia.Além das suas apresentações na rádio e televisão em diversos países, gravou para as editoras BIS, Harmonia Mundi, K617 , Pan Classics, Cookie and Bear, Enchiriadis, Alia Vox, Symphonia e Tactus, entre outras, recebendo significativas referências dos críticos especializados.Como solista, o seu CD “Príncipe delle Muse”, dedicado à música para guitarra barroca de A. M. Bartolotti, tem sido amplamente elogiado pela crítica e pelo público.O seu 2º trabalho “Sanz-Murcia, Danças para guitarra barroca”, no qual se podem descobrir as raízes mais populares e extrovertidas do barroco hispânico, foi igualmente acolhido com grande entusiasmo pelos médias por abrir novas vias para a exploração desse repertório fascinante.Em 2007 surgiu a sua particular e inovadora visão do mundo da tiorba no disco “Música Moderna”, uma firme aposta para iniciar o ouvinte de hoje à vanguarda e ruptura vivida pelos criadores mais inovadores no pricípio do século XVII.O seu novo CD “Al Compás de la Vihuela” inclui versões renovadas dos vihuelistas do século XVI e composições da sua autoria.


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ORQUESTRA
ANTÓNIO CARRILHO

António Carrilho desenvolve uma intensa carreira solística, num repertório que vai da Idade Média até aos nossos dias. Apresentou-se em concerto com as orquestras Gulbenkian, Sinfónica Portuguesa, Orchestrutopica, Sinfonietta de Lisboa, Ensemble Barroco do Chiado (Portugal); Concerto Ballabille, Conservatório Real de Haia (Holanda, Bélgica e Alemanha); orquestras ad-hoc (Noruega), e Barroca de Haifa (Israel).Colaborou com os maestros S. Kuijken, L. Pfaff, J. Moulijn, Ch. Rousset, J. P. Santos, N. Kranmer, P. Lourenço, C. Costa; H. Christophers, E. Onofri, Ch. Curnyn, A.Vassalo Lourenço, G. Òlafson, O. Ferreira, N. Lalov e V. P. Azevedo.Tem inspirado compositores a escrever para flauta de bisel, tendo sido solista em obras de A. Chagas Rosa, C. Lima, P. Junqueira Maia, E. Carrapatoso, V. Mendonça, N. Côrte-Real, C. Rosa, F. Lobo e S. Azevedo (Portugal); I. Moody (Grã-Bretanha); J. Bank e A. Kruisbrink (Holanda); U. Krupka (Alemanha); H. Ørvad (Dinamarca); B. S. Lund e B. Isaksen (Noruega) e M. L. Marbe (Roménia).Tocou em importantes festivais em Portugal, Grã-Bretanha, França, Espanha, Alemanha, Países Baixos, Bélgica, Israel, Itália, Rússia, Brasil, Noruega, Índia e Sri Lanka. Deu concertos para as rádios e televisões de Portugal, Holanda, Noruega e Brasil.Foi finalista no Concurso Internacional de Flauta de Bisel de Haifa (Israel), em 1999, obtendo os prémios ”melhor intérprete” e “melhor interpretação de música do século XVII”. Foi premiado no Concurso Internacional Moeck Solo Recorder Player (Inglaterra), em 2001.Tem vários CDs editados. Sairá brevemente em CD e em DVD “Suite Concertante” para flauta de bisel e orquestra de cordas de S. Azevedo. Tem ainda em mãos projectos de gravação de música contemporânea portuguesa (V. Melo, P. Junqueira Maia, A. Salazar, C. Lima), de Piazzolla, e de Bach (disco a solo). É licenciado em flauta de bisel pelo Conservatório Superior de Música de Zwolle, tendo também obtido um master na área de concertista pelo Conservatório Real de Haia, na Holanda.Lecciona no Conservatório de Caldas da Rainha e no Instituto Gregoriano de Lisboa.


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RÍTMICA 1, 2 & 3
MICHAEL LAUREN

Natural dos Estados Unidos, Michael Lauren toca bateria desde os oito anos de idade.Frequentou a John Hopkins University B. A., o Peabody Conservatory e o Berklee College of Music.É fundador e membro senior da Drummers Collective NYC, onde leccionou durante mais de vinte e cinco anos.Presentemente é professor de Bateria Jazz na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto.Michael actou/gravou com Paul Anka, Chuck Berry, Charles Brown, Bob Mintzer, Cornelius Bumpus, Jerry Jermott, Stanley Banks, Milt Hinton, Poppa Chubby, Teo Macero, Don Sebesky, Bill Frisell, Mike Stern, Rodney Jones, Al Kooper, Grant Green Jr. e, muitos outros. Tem grande experiência em Shows da Broadway e Jingle drummer.É autor de quatro livros: “Welcome To Odd Times – An Approach To Mental and Manual Dexterity For The Drum Set”; “Understanding Rhythm – A Guide To Reading Music”; “Rudiments And Variations For Drummers” e “The Encyclopaedia of Double Bass Drumming”.Michael actua no The Collectives 25th Anniversary, e representa internacionalmente as seguintes marcas: Canopus Drums (Baterias), Zildjian Cymbals and Sticks (pratos e baquetas), e Remo drum heads (peles para bateria).Grande interessado na Pedagogia da música, orienta a classe de Bateria e aulas de Rítmica desde a 10ª edição dos Cursos de Verão Jovens Músicos de Caldas da Rainha.


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